domingo, 31 de março de 2024

medicina preventiva

 Durante um plantão de emergência, Gabriel, médico recém-formado, atende um paciente vítima de politrauma. Após as condutas iniciais de estabilização, o profissional identifica um sangramento ativo junto da região inguinal esquerda. Na condução deste achado, mesmo sabendo que existe cirurgião vascular de sobreaviso, Gabriel decide fazer a compressão local e a sutura dos planos superficiais lesados, julgando tratar-se de uma hemorragia subcutânea. Após o tratamento do ferimento e encaminhamento para sala de observação, o paciente evolui em cerca de duas horas com uma tumoração local e instabilidade hemodinâmica. O indivíduo é levado, então, imediatamente ao centro cirúrgico, onde é diagnosticada uma perfuração da artéria femoral profunda. Após a estabilização hemodinâmica e pronta a rafia vascular, o sangramento é controlado e o paciente é encaminhado para a unidade de cuidados intensivos, estável. Tendo por base os postulados do Código de Ética Médica (CEM) acerca do erro médico, podemos enquadrar a conduta de Gabriel como:

 A) imprudência. 

B) negligência. 

C) imperícia. 

D) maleficência

Um comentário:

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