Paciente ex-tabagista de 50 anos/maço, apresentando quadro de dispneia aos médios esforços (MRC – 2) e nos últimos 2 anos não esteve internado. Na consulta com um pneumologista o paciente realizou uma Radiografia de Tórax que não mostrou anormalidades e uma espirometria com resultado de distúrbio ventilatório obstrutivo com VEF1 pós-broncodilatador de 62% do previsto. Qual seria a melhor conduta para este caso?
a) Broncodilatador de curta ação nas crises.
b) Uma associação de um broncodilatador de longa ação e corticoide inalatório.
c) Broncodilatador de longa ação todos os dias.
d) Não iniciar medicação pois paciente com pouco sintomas e já parou com o tabagismo
resposta gaba c
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